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romance e
crónica |
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Memória de Elefante,
1979
Um dia na vida de um psiquiatra que esteve ma
guerra colonial em Angola. Esse médico está separado da mulher e das filhas. O
livro divide-se em capítulos que não têm título. A narrativa é feita quase
sempre na terceira pessoa, mas surge por vezes uma primeira pessoa - por
exemplo, um monólogo do psiquiatra, no carro, à noite.
artigos disponíveis: 9
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Os Cus de Judas,
1979
Durante uma noite, um homem, que regressou da
guerra colonial em Angola, e que é o narrador, conversa com uma mulher que
encontrou. Há intervenções da mulher, mas sempre integradas naquilo que o
homem diz. O livro está dividido em 23 capítulos. Cada um deles corresponde
a uma letra do alfabeto.
artigos disponíveis: 9
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Conhecimento do Inferno,
1980
Um psiquiatra vai do Algarve para Lisboa,
sozinho, de carro, durante uma tarde e parte da noite. Chega a casa dos
pais, na Praia das Maçãs. Ao longo do livro, misturam-se descrições das
paisagens percorridas, da infância, de Angola e do hospital onde ele
trabalha.
artigos disponíveis: 7
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Explicação dos Pássaros,
1981
Um homem e uma mulher deixam Lisboa para se
dirigirem a Tomar, onde decorre um congresso, mas é em Aveiro que passam o
fim-de-semana. O homem quer deixar a mulher, não é capaz de lhe dizer, e
finalmente ela resolve deixá-lo. A mulher regressa sozinha. O homem
desapareceu. Mais tarde, encontra-se o seu corpo na ria de Aveiro.
Suicidou-se. Há pássaros junto do cadáver.
artigos disponíveis:
3 |
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Fado Alexandrino,
1983
Ex-combatentes da guerra colonial em Moçambique
encontram-se em Lisboa, em 1982: um comandante, um alferes, um oficial de
transmissões, um soldado e um capitão, também no lugar de psicoterapeuta,
não fala mas é a quem os outros se dirigem, contando as brutalidades na
guerra e depois. A revolução, num arco de cinquenta anos, encadeia os
acontecimentos sem si mesmos; é através do diálogo que a "acção" do romance
progride. No final há um assassínio.
artigos disponíveis: 4 |
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Auto dos Danados,
1985
A vida de uma grande família portuguesa em 1975,
quando, em Portugal, "a época das cerimónias morreu". Um casal e o irmão do
marido viajam até Reguengos de Monsaraz porque o patriarca (o avô) está
moribundo. Em Monsaraz vive o resto do clã. que inclui um filho e uma filha,
ambos casados, e uma terceira filha, solteira e mongolóide. O velho morre
durante as festas da vila, que terminam com a morte do touro. Não há
herança, há dívidas. A família foge do país.
artigos disponíveis: 3 |
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As Naus, 1988
Os Descobrimentos como se fossem vistos do
avesso, mostram a decadência de Portugal em todo o seu esplendor.
Navegadores, reis, escritores, colonos, regressam à pátria: Pedro Álvares
Cabral procura emprego e vive num quarto nojento de uma pensão com outras
famílias de Angola, Gil Vicente é ourives, Vasco da Gama passeia no Guincho
com o rei D. Manuel. D. Sebastião é esperado por um grupo de indigentes.
Mesmo antes disso, A Portuguesa é executado em ritmo de pasodoble.
artigos disponíveis: 4 |
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Tratado das Paixões
da Alma, 1990
Um Juiz de Instrução e um Homem, que aparecerá
também como "Antunes", amigos de infância, encontram-se num processo
judicial em que o Homem (Antunes) é acusado de pertencer a uma rede
bombista. São amigos de infância porque o Juiz era filho do caseiro da
quinta do avô Antunes, em Benfica.
artigos disponíveis: 1
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A Ordem Natural das
Coisas, 1992
Várias personagens monologam. Algumas delas
pertencem à mesma família, outras estão ligadas por uma razão fortuita. A
história que contam nos monólogos, dois por cada uma das partes do livro, é
contada por um escritor a um ex-pide. Uma senhora que morrerá sabe a mesma
história de perdas, equívocos, enganos, culpas e sofrimento.
artigos disponíveis:
2 |
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A Morte de Carlos
Gardel, 1994
Nuno é um jovem toxicodependente, no hospital,
em coma. O pai, Álvaro, e a mãe, Cláudia, estão divorciados. No hospital, é
o pai e Graça, com quem o pai se casou, que lhe dão assistência. Cada um
deles recorda determinados períodos da vida; as recordações misturam-se com
os acontecimentos. Nuno morre.
artigos disponíveis: 4
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O Manual dos
Inquisidores, 1996
As transformações no pós-25 de Abril,
designadamente numa grande quinta em Palmela, de uma família com ligações ao
antigo regime, através de relatos, cinco (e cada um deles inclui outros
três, feitos do ponto de vista da mesma personagem). As personagens que
surgem com mais frequência são: o filho, a governanta, a irmã, a amante do
pai e o pai.
artigos disponíveis: 8 |
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O Esplendor de Portugal,
1997
Carlos convidou para o Natal em sua casa os seus
irmãos, como ele retornados de Angola. O pai, Amadeu, morreu antes de os
filhos regressarem, e a mãe, em Angola, encarregou-se da plantação,
auxiliada por criados - Damião, Fernando, Josélia e Maria da Boa Morte.
Carlos é branco, mas filho de Amadeu e de uma negra, Rui é epiléptico,
Clarisse era a preferida do pai. A mãe, Isilda, morre no final, sonhando que
os filhos a foram visitar.
artigos disponíveis: 8 |
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Livro de Crónicas,
1998
As crónicas de António Lobo
Antunes surgiram nos anos 90 no jornal Público e podem
agora ser lidas na revista Visão sendo, ainda quinzenais; o seu êxito
é enorme. São também publicadas em Espanha, no diário El País. Os
dois anteriores livros de crónicas foram traduzidos em vários países. Os
seus múltiplos registos, a diversidade das pequenas histórias contadas, o
virtuosismo, a arte de levar o leitor do sorriso à emoção extrema, fazem,
por um lado, com que estas crónicas se leiam com uma enorme facilidade e,
por outro, que sejam um tema muito curioso para um exercício: ver até que
ponto se distanciam, e, por vezes, se aproximam, dos livros.
artigos
disponíveis:
3 |
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Exortação aos
Crocodilos, 1999
Quatro mulheres, Mimi, Celina, Simone e Fátima,
todas elas com uma ligação a bombistas em actividade depois do 25 de Abril,
monologam sobre si mesmas e, através de si mesmas, sobre acontecimentos
diversos da história do país, como atentados a sedes de partidos ou a
célebre queda do avião em Camarate, dadas as circunstâncias da história
pessoal de cada uma. Uma delas, Mimi, é surda.
artigos disponíveis: 6 |
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Não
Entres Tão Depressa Nessa Noite Escura, 2000
O pai de Maria Clara foi internado e vai morrer.
O livro é composto pelas divagações de Maria Clara, as suas recordações e as
suas histórias e personagens inventadas, enquanto o pai está a morrer.
artigos disponíveis: 4
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Que Farei Quando
Tudo Arde?, 2001
Paulo, o filho de Carlos, que é travesti, e de
Judite, toxicodependente, fala de como a sua vida se transformou por causa
do pai, acabando mesmo por, numa determinada fase, ser internado. A mãe,
prostituta alcoolizada, tem uma estranha relação com Carlos e com rui, o seu
companheiro.
artigos disponíveis: 3
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Segundo Livro de
Crónicas, 2002
As crónicas de António Lobo
Antunes surgiram nos anos 90 no jornal Público e podem
agora ser lidas na revista Visão sendo, ainda quinzenais; o seu êxito
é enorme. São também publicadas em Espanha, no diário El País. Os
dois anteriores livros de crónicas foram traduzidos em vários países. Os
seus múltiplos registos, a diversidade das pequenas histórias contadas, o
virtuosismo, a arte de levar o leitor do sorriso à emoção extrema, fazem,
por um lado, com que estas crónicas se leiam com uma enorme facilidade e,
por outro, que sejam um tema muito curioso para um exercício: ver até que
ponto se distanciam, e, por vezes, se aproximam, dos livros.
artigos disponíveis: 3 |
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Boa Tarde Às
Coisas Aqui Em Baixo, 2003
São enviados a Angola, terra devastada, três
homens, sucessivamente, todos com uma missão semelhante, a de viajar uma
família de presumíveis traficantes de diamantes. O "buraco negro" e
brilhante do livro é o contrabando de diamantes, que sustenta, obceca e
destrói as criaturas. Lugares e situações de romances anteriores voltam a
aparecer. não nos podemos esquecer de "O inferno consiste em lembrarmo-nos a
eternidade inteira".
artigos disponíveis:
10 |
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Eu Hei-de Amar Uma
Pedra, 2004
Uma mulher faz crochet na praia, dois
toldos adiante, ano após ano, para que ela e o homem que tem outra mulher, e
duas filhas, possam ver-se. Ela não pede nada, ninguém a vê, o crochet
esconde uma pessoa inteira. O homem morre, e essa mulher é uma doente de 82
anos, em consulta, psiquiátrica. Encontra o homem aos dezassete anos. Muito
depois, reencontram-se. Não teve outro homem, nunca. Encontram-se uma vez
por semana numa hospedaria da Graça, por vezes em Sintra, e no verão, nessa
praia.
artigos
disponíveis:
7 |
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Terceiro Livro de
Crónicas, 2006
As crónicas de António Lobo
Antunes surgiram nos anos 90 no jornal Público e podem
agora ser lidas na revista Visão sendo, ainda quinzenais; o seu êxito
é enorme. São também publicadas em Espanha, no diário El País. Os
dois anteriores livros de crónicas foram traduzidos em vários países. Os
seus múltiplos registos, a diversidade das pequenas histórias contadas, o
virtuosismo, a arte de levar o leitor do sorriso à emoção extrema, fazem,
por um lado, com que estas crónicas se leiam com uma enorme facilidade e,
por outro, que sejam um tema muito curioso para um exercício: ver até que
ponto se distanciam, e, por vezes, se aproximam, dos livros.
artigos disponíveis:
2 |
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Ontem Não Te Vi Em
Babilónia, 2006
Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite
a as cinco da manhã, as pessoas sonham acordadas no sono: contam e inventam
as suas vidas e as suas histórias, ou as histórias em que transformam as
suas vidas, ou as vidas que transformaram em histórias. Podem ser vidas
cruéis, de medo, de uma cicatriz interior, de algo que talvez fosse o Estado
português de outros tempos. Podem ser vidas de amores passados, de lápides
varridas, de um desejo de uma vida inteira, de se poder ser feliz sem
pensar. Nestas histórias, nestes silêncios destas falas, nos risos e nas
traições, vamos identificando a noite de um país, a noite cheia de vozes de
todos nós, e a noite silenciosa que é o isolamento de cada um. Como diz o
autor - “porque aquilo que escrevo poder ler-se no escuro”.
artigos disponíveis: 8 |
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O Meu Nome É Legião,
2007
O livro começa como
um relatório de polícia, descrevendo a vida de um gang numa
zona a que se chama simplesmente Bairro e que nos pode fazer evocar
um qualquer bairro periférico de uma grande cidade. [...]
percorremos, como se fosse a nossa vida, a vida de pessoas que vivem
na pior parte do pior sítio do mundo – pessoas que são muitos, sendo
o mesmo, e sendo esse «mesmo» uma parte oculta, desesperada e
silenciosa de nós, que se esforça por acreditar que há uma salvação.
Cruzam-se histórias, tendo quase sempre como pano de fundo o bairro;
os conflitos homem/mulher, ricos/pobres, brancos/pretos; as
histórias não acabam, e é normal - o autor mostra-nos que aquilo que
existe de mais parecido com a salvação é esquecer tudo o que
aconteceu e pensar: «Não tenho medo de vocês, não tenho medo de
nada».
artigos
disponíveis: 8
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O Arquipélago da
Insónia, 2008
Começamos por uma casa,
pelo sentimento uma força em exercício, um poder que vem de há muito
tempo, quando essa casa era igual mas era uma herdade, um
latifúndio, quando nada faltava – a família, as empregadas na
cozinha, o feitor, os campos, a vila ao fundo, e a voz do avô a
comandar o mundo. / Agora há fotografias no Alentejo em vez de
pessoas, e há objectos, cientes que também acabarão sem ninguém, há
memórias de quem dorme, ou morreu, mortos que não sabem se a vida
foi vida, há os irmãos, um é autista, e a imagem da mãe muito
nítida, sempre de costas /“(alguma vez a vi sem ser de costas para
mim?)”. / Nessa altura já não se sabia a que cheira o vento, como
não se sabe para onde foi a Maria Adelaide, morta também, foi para
Lisboa? / A herdade foi tirada ao autista, e a doença (de quem?) é
um arquipélago branco nas radiografias dos outros, um arquipélago
normal, inocente. Estão todos mortos ou estão todos a sonhar e
trocaram de sonhos, como se pudéssemos trocar de sonhos. / De
qualquer forma, sabemos que daqui a nada será manhã – mas aquilo que
se disse ainda se ouve lá dentro /“(- Não precisa de se casar comigo
menino o seu pai nunca casou comigo)” / E então vamos sabendo que
não será manhã nunca.
artigos
disponíveis: 6 |
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Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra No Mar?, 2009
A acção decorre no
Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros.
A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua
história, que se cruza com a história dos outros.
Francisco, que odeia os irmãos e espera apropriar-se de tudo quando
a mãe morrer; João, o preferido da mãe, pedófilo, que engata
rapazinhos no Parque Eduardo VII; Beatriz, que engravidou e teve de
casar cedo; Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos
mais sinistros lugares onde se trafica droga.
Há ainda a figura do pai, que vai perdendo ao jogo a fortuna da
família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte.
E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe
todos os segredos.
artigos
disponíveis:
11
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outros
livros |
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A História do
Hidroavião (conto), 1994 - 2005
Uma história de amizade passada em
Lisboa. A saudade de África. A nostalgia da infância. O Tejo como ponte de
memórias e como cenário de fundo. Um texto de António Lobo Antunes ilustrado
por aguarelas do músico e compositor Vitorino, propositadamente recriadas
para esta edição da Dom Quixote. Para ser lido e admirado por jovens e
adultos.
artigos disponíveis: 3 |
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Letrinhas
de Cantigas (canções), 2002 - edição limitada
A publicação em
livro de 55 canções que Lobo Antunes escreveu para Vitorino, também
cantadas por outros intérpretes. Edição limitada comemorativa dos 20
anos do escritor nas Publicações Dom Quixote.
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D'este
Viver Aqui Neste Papel Descripto - Cartas da Guerra,
2005
Cerca de 300 cartas que António Lobo Antunes
escreveu a sua mulher no tempo em que esteve em Angola, durante a
guerra colonial. Um documento importante sobre a juventude literária do
escritor, e da sua experiência da guerra.
Organização de Maria José Lobo Antunes e Joana Lobo Antunes (suas filhas).
artigos disponíveis: 7
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Quem me
assassinou para que eu seja tão doce? (crónicas), 2008
- oferta limitada
Trata-se de uma edição
limitada para oferta na compra dos livros do escritor em Março de 2008.
Contém fotos conhecidas, a preto e branco, e algumas crónicas, tudo em 60
páginas.
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escritor e obra |
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Os Romances
de António Lobo Antunes, de Maria Alzira Seixo, 2002
Os romances de António Lobo Antunes
(até Que Farei Quando Tudo Arde?) estudados
pela Profª. Maria Alzira Seixo (que neste volume proporciona também aos
leitores os seus documentos de trabalho: resumos, guiões de leitura, índice
remissivo de temas, motivos e conceitos, bibliografia).
Este livro, de 650 páginas, constitui um estudo de toda a obra de ficção
publicada até à data pelo escritor, e vem ao encontro, quer do leitor comum
quer do investigador interessado na produção literária poética e
novelística. |
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Conversas
com António Lobo Antunes, de María Luisa Blanco, 2002
Série de entrevistas com o escritor pela jornalista espanhola María Luisa Blanco.
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A Escrita e
o Mundo em António Lobo Antunes
Actas do Colóquio
Internacional da Universidade de Évora, 2003
Organização de Eunice Cabral,
Carlos J. F. Jorge, Christine Zurbach
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António
Lobo Antunes - Fotobiografia, por Tereza Coelho, 2004
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Entrevistas
com António Lobo Antunes, 2008
1979-2007 Confissões do Trapeiro, por Ana Paula Arnaut (Edições Almedina)
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Dicionário da
Obra de António Lobo Antunes, 2 volumes, sob coordenação de
Maria Alzira Seixo, 2008 (Imprensa Nacional - Casa da Moeda), 2008
Elaborado por um grupo
de seis estudiosos da literatura, em reflexão conjunta durante cinco
anos, a partir do núcleo constituído pela equipa que procedeu à
fixação/estabelecimento de texto para a edição ne varietur,
tendo todos trabalhado a obra do escritor em muitas das suas
facetas. A equipa é constituída por Maria Alzira Seixo, Graça Abreu,
Eunice Cabral, Maria Fernanda Afonso, Sérgio Guimarães de Sousa, e
Agripina Carriço Vieira. São todos professores de Línguas e
Literaturas, leitores entusiásticos de romance e de poesia, e estão
seguros de que a reflexão sobre a obra literária (na sua dimensão
linguística, artística, histórica e filosófica) é componente basilar
da formação e aperfeiçoamento do indivíduo e da sua acção positiva
em sociedade.
Veja as capas. |
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Uma Longa Viagem
com António Lobo Antunes,
de João Céu e Silva, 2009 (Porto Editora)
Ao longo desta
viagem, António Lobo Antunes sorriu e chorou, contou segredos e
anedotas, blasfemou e perdoou, foi cruel com quem não se espera,
nada simpático com os autores de bestsellers, deixou ver como
concebe um livro do princípio ao fim, confessou o medo de um dia ser
incapaz de iniciar um romance, desabafou sobre o amor falhado com a
mulher da sua vida, radiografou as relações com a família, revelou o
pânico de voltar a sofrer com o cancro, explicou porque é que já não
espera quase nada dos anos que lhe falta viver e assumiu que as
tendências suicidas ainda não o abandonaram. Uma entrevista que foi
uma longa-metragem dos muitos medos e das poucas alegrias que fazem
de António Lobo Antunes o único autor português que só vive para o
ofício da escrita, mesmo que à beira do apocalipse pessoal. Uma
Longa Viagem com António Lobo Antunes será, a partir de agora, o
retrato mais verdadeiro do escritor que sempre se proibiu de contar
toda a sua verdade.
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António Lobo Antunes,
de Ana Paula Arnaut, 2009
(Edições 70)
A postulação de António
Lobo Antunes como autor do cânone não é prejudicada pelo facto de
ele ser nosso contemporâneo. Nas suas obras surpreendemos temas,
personagens, acções e valores que bem explicam um duplo sentido de
reconhecimento que nelas e por causa delas cultivamos:
reconhecimento enquanto identificação com aspectos significativos do
nosso viver e da nossa memória colectiva, particularmente a que
remete para as últimas três a quatro décadas do nosso tempo;
reconhecimento enquanto testemunho de apreço de instituições e de
leitores que por diversas formas têm formulado esse apreço. O
presente estudo, assinado por Ana Paula Arnaut, confirma muito do
que fica dito. Os leitores do autor de ‘As Naus’ – os que já o são e
os que graças a este livro poderão vir a sê-lo – serão disso
beneficiários certos.” - Carlos Reis
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Memória
Descritiva da Fixação do Texto Para a Edição Ne Varietur da Obra
Completa de António Lobo Antunes, de Maria Alzira Seixo, Graça Abreu, Eunice
Cabral e Agripina Carriço Vieira, 2010
Este livro explica as razões que
tornaram necessária a edição ne varietur da obra de António Lobo
Antunes e expõe os critérios que presidiram à sua elaboração, ao
longo dos cerca de seis anos que ocupou. Apresenta, na introdução,
noções breves e simplificadas dos diversos conceitos filológicos e
ecdóticos utilizados no trabalho, de modo a que o leitor corrente
possa entender o que se fez e porque se fez, mas procura também ir
ao encontro da necessidade universitária deste tipo de preservação
do nosso património cultural. Contém ainda, no final, sugestões para
uma investigação futura em crítica genética e em estilística do
texto, as quais se cruzam com a caracterização de traços
significativos da poética do escritor. |
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co-autoria |
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Diálogos,
1998, co-autoria com José Luís Tinoco (Editorial Escritor)
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Apontar com
o dedo o centro da terra (catálogo), 2002, co-autoria com
Júlio Pomar textos de
António Lobo Antunes e imagens de Júlio Pomar
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Justiça de
Salomão, 2004, co-autoria com
Júlio Pomar, multilingue (Mediatexto)
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Todos os livros editados por
Publicações Dom Quixote, excepto quando assinalado.
Cada título segue um link para
artigos sobre o livro correspondente, excepto quando não disponível.
Sinopses dos romances em António Lobo Antunes - Fotobiografia, por Tereza
Coelho, Publicações Dom Quixote, 2004, excepto a partir de Ontem não te vi em
Babilónia (por Publicações Dom Quixote).
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